sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Stand By Me

Já fiz um post sobre esse filme. Vi um pequeno documentário há pouco que existe no DVD e Stephen King, o autor do conto original, disse ter sido a primeira adaptação realmente boa de alguma obra de sua autoria.






A Grande Festa da Boa Vizinhança

Fazia um tempo que eles não apareciam por aqui. Nenhum outro episódio é mais indicado do que esse para ser postado em época de festas.

Chaves - A Grande Festa da Boa Vizinhança

O último dia de 2011

OK, eu sei que o último dia de 2011 vai ser só amanhã, mas já que será um dia de trabalho normal para mim, considero hoje como o dia oficial de encerramento do ano. Antes de mais nada, segue o link para o post que publiquei há um ano, fazendo o balanço final pessoal do que foi 2010 para mim:


Lendo hoje, parece que foi escrito por outra pessoa. Não me recordava nem da metade dos tópicos postados naquela época. De qualquer forma, resolvi fazer algo semelhante neste post (por que não?).

Então. Em 2011...




  - fiquei puto algumas vezes;

  - conheci bastante gente através do blog;

  - vi o time que torço sucumbir à sua própria pressão, de novo;

 - ouvi bastante música;

 - a vi, pela primeira vez depois do encontro no cabeleireiro;

 - fui à Fest Comix;

 - perdi uma amiga;

 - me diverti bem menos do que gostaria;
 - li bastante, mas bem menos do que deveria;

 - percebi a minha maior fraqueza;

 - fracassei no que deveria vencer;

 - ganhei um bocado de amigos;

 - cometi erros e aprendi com eles;

 - percebi que sou mais forte do que pensava;
 - percebi que sou mais fraco do que pensava;

 - completei dez anos do melhor ano da minha vida;

 - me dei conta de que, exceto um caso ou outro, cada um é o responsável pela vida que tem;

 - continuei com a opinião de que a testosterona é a substância química mais poderosa - e perigosa - que existe;

 - vi o time que torço vencer o Brasileirão;

 - reencontrei uma pessoa que marcou a minha vida mais do que marquei a dela, apenas para descobrir que todas as desconfianças que tive durante todo esse tempo sempre foram verdadeiras;

 - gostei de uma pessoa pra valer depois de cinco anos, apenas para descobrir que a primeira vez foi a única que realmente valeu a pena;

 - entrei em uma rede social. Depois saí, entrei de novo e saí mais uma vez;

 - decidi me mover.

Que 2012 seja o melhor ano de nossas vidas

O filme mais esperado de 2012

Cinema 2011

Alguns dados referentes a filmes lançados em 2011, segundo o site Internet Movie DataBase. Não vou comentar muito, já que embora o blog sugira o contrário, não sou o cara mais antenado do mundo no que se refira a lançamentos. Entre todos os filmes citados, por exemplo, ainda não vi nenhum.

Melhores filmes de 2011:

1 - A Separação
2 - A Invenção de Hugo Cabret
3 - Guerreiro
4 - Drive
5 - Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2
6 - 50%
7 - Os Muppets
8 - Histórias Cruzadas
9 - O Homem que Mudou o Jogo
10 - X-Men: Primeira Classe


Jordana Brewster, em Fast Five
Maiores bilheterias de 2011:

1 - Harry Potter e As Relíquias da Morte - Parte 2
2 - Transformers - O Lado Oculto da Lua
3 - A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
4 - Se Beber, Não Case 2
5 - Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas
6 - Velozes e Furiosos 5
7 - Carros 2
8 - Thor
9 - Planeta dos Macacos: A Origem
10 - Capitão América: O Primeiro Vingador


Jennifer Lawrence
Revelações de 2011:
Tom Hardy
Emily Browning
Michael Fassbender
Rosie Huntington-Whiteley
Henry Cavill
Dianna Agron
Alex Pettyfer
Jason Momoa
Saoirse Ronan











Olivia Wilde
Maiores estrelas de 2011:

2 - Mila Kunis
3 - Johnny Depp
4 -  Emma Stone
5 - Chirs Hemsworth
6 - Olivia Wilde
8 - George Clooney
9 - Ryan Gosling
10 - Christian Bale

Newman

Depois dos posts sobre Ennio Morricone, Danny Elfman e John Williams, é a vez de um dos melhores compositores de trilhas dramáticas de Hollywood aparecer por aqui: Thomas Newman.
O americano de 56 anos de idade tem trabalho com trilhas sonoras em vários filmes relativamente conhecidos por aqui, incluindo alguns sessãodatardísticos da década de oitenta, como Os Garotos Perdidos (1987) e As Grandes Férias (1988), por exemplo. Contudo, a nata de suas composições está situada na década de noventa, com trilhas que incluem Fenômeno (1996) e Encontro Marcado (1998).
Pessoalmente, eu prefiro o trabalho de Newman na trilha sonora de dramas. O compositor foi indicado dez vezes ao Oscar, sendo a última vez com a trilha da animação tecnicamente perfeita Wall-E, de 2008.
Abaixo, os melhores trabalhos do cara, segundo este que vos escreve:








Thomas Newman - Perfume de Mulher (1992)
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Thomas Newman - Beleza Americana (1999)
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Thomas Newman - À Espera de Um Milagre (1999)
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Thomas Newman - Estrada Para Perdição (2002)
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Thomas Newman - Wall-E (2008)
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Favoritos de 2011 - Visitantes Ocasionais

Como no post anterior falei sobre os maiores comentaristas do blog, aqui vai uma lista de blogs dos que apareceram apenas uma vez ou outra por aqui:

Mix Cultural, de Beta



Crônicas Gulosas, de Wair de Paula

Eu e Nanquim, de Cris Mitsue

Coisas da Vida, de Felipe

BaBitencourt, de Babi

Caverna de Towanda, de Perséfone

5 e 26, de Felipe/Xisler/Xanana


To PagaNu, de Thiago

Alienos, de Rafael Melo

WWE Brazil, de Yan Felipe Bettoni

S Brito, de Sergio Brito

Favoritos de 2011 - Comentaristas

Provavelmente o blog não teria sobrevivido muito tempo sem eles. Muitas das vezes em que pensei em encerrar isso aqui - uma vez realmente aconteceu - se deve ao fato de que constantemente penso que ninguém lê o que escrevo. Embora o número de leitores seja menor do que eu gostaria - mas maior do que mereço - bem, de fato existem pessoas que passam por aqui. Algumas sempre, outras às vezes.

Uns comentam.

Entre todos os que comentaram em 2011, o que mais vezes apareceu aqui foi o AO Coringa, com 44 cornetadas. Embora a verdadeira identidade dele seja um mistério para a maioria dos que acessam o blog, eu sei quem é - na verdade, fui eu quem fez a conta do Google para ele. Daqui a alguns dias, ele vai ser pai de primeira viagem.

Empatados em segundo lugar em quantidade de comentários (19) estão o meu amigo Thelesson - que, ocasionalmente eu chamo de The Lesson - e Anna Soares, do blog Caderno Insone. Thelesson foi meu parceiro de trabalho durante alguns meses desse ano e está, atualmente, trilhando novos caminhos. Anna é uma das pessoas mais inteligentes e sensíveis que (não) conheço e mora a alguns estados de distância.

Brigida Cheloni aparece em quarto lugar, com 16 comentários. Nayara Garófalo aparentemente encontrou o blog em uma pesquisa ocasional no Google e lhe servi 12 xícaras de café. Minha irmã Fernanda, apesar de um pouco sumida, apareceu 8 vezes. Em seguida, um dos meus amigos mais antigos e gente boa que conheço, Higor "Brownstone".

Larissa - Laris - , que também mora em uma terra tão tão distante foi bastante importante na existência desse blog, sobretudo nos últimos meses. Milla, uma (ex?) colega de trabalho também comentou bastante os posts sobre filmes no primeiro semestre. Ultimamente, que tem aparecido ocasionalmente é Concentino (codinome: O Broto).

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Minha cidade tem uma igreja em uma colina

Não sou católico. Aliás, nem tenho religião e, se tivesse, afirmo categoricamente que ela não seria cristã.
Nunca duvidei da existência histórica de Cristo, mas esse negócio de ressurreição nunca me convenceu muito. Sobre ele ser O filho do homem (ou seja lá o que for) lá de cima também não. Acho que se existe um Deus tão bom como os católicos acreditam que existe, ele não iria escolher um filho como favorito. Trataria todos de forma igual.
Mas a fé das pessoas é algo poderoso, disso não duvido.

A cidade onde moro não é uma Gotham City, embora a criminalidade não seja mais baixa do que em São Paulo, por exemplo. Costumo dizer que Itaquaquecetuba não tem nenhuma vantagem das cidades pequenas e possui todas as desvantagens de uma cidade grande.

Itaquaquecetuba é um pouco sem identidade demais pro meu gosto. Pra quem vê de fora, a cidade não tem nenhum atrativo especial. Não há nada que você diga "ah, isso aí você encontra em Itaquá".

De qualquer forma, agora há pouco eu tinha assuntos a tratar perto da estação de trem. Como não é muito longe de casa, voltei caminhando pela Avenida Ítalo Adami, que liga o meu bairro ao centro da cidade e vi essa paisagem aí. Já tinha reparado antes, mas nunca havia me dado conta de que é... uma igreja em uma colina!
Em um tempo no qual as coisas românticas estão cada vez menos românticas, ver algo que certamente está em muitos poemas escritos ao longo da história me fez tirar a foto abaixo. Em contraponto às ruínas de uma fábrica no primeiro plano, ao fundo está uma igreja que vejo de longe desde os tempos de moleque, quando ia jogar bola no Campo do Bruno, no Estádio Ildeu Silvestre do Carmo - também conhecido como Campo do Brasil - ou na quadra coberta do CAIC.
Tudo bem que essa igreja estava meio caidaça há alguns anos atrás, mas pelo visto deram uma recauchutada no visual, deram um trato na pintura, etc. Ficou bonita.
 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Wherever you will go

Não gosto da banda - ainda existe? - mas a música é legalzinha. Contudo, o clipe só aparece por aqui por causa da garota que, ao lado da que participa do clipe de Domino Dancing, é linda.

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domingo, 25 de dezembro de 2011

Comfortably Numb


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Favoritos de 2011 - Textos legais

Uma reportagem do Ig e um texto engraçado sobre um clássico dos videogames estão entre os melhores textos que li em 2011:

Super Pitfall e a Casa Mal-Assombrada
A história a seguir se passa em minha longínqua adolescência e não sei precisar ao certo quantos anos eu tinha quando o fenômeno estranho não explicado pela ciência ocorreu. Mas antes de relatar o fato em si, preciso preparar o terreno para a história, não é mesmo?
Começaremos então pelo fatídico dia em que conheci a franquia Pitfall em meu Atari 2600 Polivox preto lindão e brilhante… Nossa, como eu gostava daquele aparelho! Adorava demais jogar aqueles campeonatinhos fuleiros entre o pessoal da minha rua onde detonávamos uma cacetada de jogos só nos importando com a pontuação final, que era somada para definir os campeões. Eu não era nenhum exímio jogador, mas se tinha um jogo que me garantia uma bela colocação na tabela final de classificação, este era Pitfall. O cartucho original que eu adquiri de forma ilícita ao pegá-lo em troca de um game qualquer que não me lembro e mais alguns cruzeiros (pois é, antigamente não era, mas agora trocar jogo também é crime… Mas como esse mundo anda chato!) foi o meu grande vício neste console. Eu jogava sem morrer até terminar o tempo da partida, recolhendo mais tesouros do que qualquer outro jogador do bairro, e eu me sentia o maioral com aquilo. Só que a Era Atari logo chegou ao seu final, e eu adquiri um Phantom System igualmente preto lindão e brilhante!
Alguns anos depois, feliz e serelepe com a enorme gama de títulos que o meu clone de Nes possuía e que eram responsáveis por me deixarem muito ocupado por dias e noites inteiras, tamanha foi a minha surpresa ao me deparar com aquele cartucho preto da falida Gradiente que estava encostado na casa de um amigo meu: Super Pitfall. O amigo em questão atende pelo nome de Maciel, grande parceiro de jogatina na nossa adolescência, e de aventuras ciclísticas em períodos mais recentes, e naquela ocasião o cara acabou me emprestando o jogo, pois dizia ele que a muito tempo não o jogava por que havia desistido de achar alguns itens de suma importância escondidos no enorme labirinto, sem contar que o game não era lá muito bom… O negócio é que peguei o cartucho sem nem ligar para essa última colocação dele, pois Pitfall era algo que eu adorava, e na minha cabeça não era possível que aquele jogo não fosse tão bom quanto o anterior.
Bem, o jogo era ruim mesmo… Jogabilidade terrível, travada, lenta, com gráficos terríveis, e praticamente uma única, repetitiva e aguda música que mais irritava os ouvidos do que ajudava na experiência de se aventurar por aquelas cavernas lotadas de inimigos e armadilhas. Mas ainda assim, eu joguei esse tal de Super Pitfall DEMAIS, mas muito mesmo! Ajudado por uma dica que o Maciel havia me passado (matar com um tiro certeiro um inimigo que aparece logo no começo várias vezes seguidas para se ganhar um monte de vidas extras) eu me aventurei por aquele labirinto e jogava viciadamente todo dia.
Super Pitfall é um game de aventura e exploração claramente baseado no jogo Pitfall 2, lançado para um monte de plataformas da época, onde devemos encontrar e salvar a namorada e o leãozinho de estimação do protagonista, nada mais que o próprio Pitfall Harry, o mesmo figura do Pitfall original, e para isso, temos que além de achar esses 2 descuidados no meio daquela bagunça toda, encontrar a chave da gaiola onde o leão está preso (por que alguém se deu ao trabalho de trancá-lo e esquecê-lo lá naquele fim de mundo), um Frasco de Medicina Mágica (por que alguém com poderes de Medusa transformou a namorada de Harry em pedra), e a saída da caverna. E ainda precisamos encontrar uma série de cristais que servem para abrir áreas novas no enorme mapa do jogo, sem contar o monte de itens necessários para a sobrevivência do personagem, como balas e vidas extras.
Sim, o jogo é 100% exploração, e provavelmente foi por isso que eu o joguei tanto: sou explorador NATO, e sempre adorei vasculhar cenários atrás de itens, ainda mais no comando do velho Harry, explorador cabra macho daqueles que pulam na cabeça de jacarés e atravessam areia movediça na base do cipó… Bem, acontece que eu acabei, depois de muito jogar, achando a chave da gaiola do leão! Não que eu soubesse na época para que diabos ela servia, mas em outra oportunidade eu havia achado a estátua da moça e quando contei para o Maciel, ele me disse que também tinha encontrado e sabia que agora era necessário achar a tal da poção… Pensei que ele poderia então, mais uma vez me dar uma luz e me dizer pra que servia a tal da chave, e quando contei para ele o que eu havia encontrado, o cara quase enfartou.
Eu havia achado um item que ele ainda não tinha encontrado, e naquele mesmo dia, motivado pela descoberta que poderia literalmente abrir novos horizontes, ele me chamou para jogar na casa dele: foi o início da jogatina diária de cada dia na saudosa cadeira de praia.
A partir daí, era lei: quase todo dia depois da escola, nós pegávamos duas cadeiras de praia, montávamos elas na sala de frente para a TV com todo cuidado para não ficar nem muito próximo e nem muito longe da tela, fechávamos as cortinas para tirar o reflexo da luminosidade, e jogávamos Super Pitfall até o final do dia em busca dos itens restantes para o término do jogo, e esse ritual se estendeu por semanas, talves mêses! Chegou um determinado momento em que encontrar a chave e salvar o leãozinho era brincadeira de criança, mamão com açúcar, e conseguimos achar até mesmo a saída da fase, mas nada de encontrar a bendita Poção Mágica para usar na moçoila petrificada. E tentaríamos ainda por muito tempo se algo sobrenatural não acontecesse… E não é que aconteceu mesmo?
Um dia, o Maciel apareceu em casa dizendo que não queria ir para a casa dele. Mas péra lá, isso significava que a jogatina estava ameaçada! Não pode! Então questionei o cara até ele abrir a boca, e ele me disse que algo estranho havia acontecido. Não me recordo perfeitamente, mas foi algo do tipo: ele acordou a noite e desceu para a cozinha rumo à geladeira ou ao banheiro, um dos dois, e o fogão estava com uma das bocas acesa. Veja bem, uma boca de fogão acesa no meio da noite, e de acordo com ele, não havia possibilidade de ninguém tê-la esquecido ligada. Ele desligou o negócio e correu pro quarto, e não lembro se ele me contou algo depois disso sobre o assunto, sei que ele estava realmente alterado e naquele dia, não jogamos.
Conversamos mais durante a semana, e o maldito acabou me dizendo que aquela não havia sido a primeira vez que coisas estranhas haviam acontecido lá na casa dele, e por isso ele havia ficado tão tenso. Pra piorar a situação, ele me contou de outras ocasiões sinistras como vozes estranhas no rádio ou TV, portas fechadas por dentro… SEM NINGUÉM DENTRO! Pensei “pqp, e eu freqüentando o poltergeist todos os dias… Belo amigo esse viu!“, mas o cara era muito meu amigo, e por isso eu não pulei no pescoço dele né… Na verdade ele era maior do que eu… Bem continuemos.
Alguns dias se passaram, e a vontade de jogar acabou me colocando novamente dentro da sala do Maciel, e assim recomeçamos a jogar o bendito jogo. E nada de poção: eram horas e horas atrás daquele bendito frasco e nada de achar nem sombra dele. Obviamente que acabamos nos esquecendo da parte sinistra do recinto… Nada melhor que um dia após o outro! Só que o recinto acabou se sentindo ignorado, e tratou rapidamente de me fazer sentir aquele perreio que meu amigo havia passado a alguns dias.
Aconteceu que uma hora, após jogar e beber coca cola até não aguentar mais, resolvi ir no banheiro e a porta não abriu. Forcei e nada, e não tinha ninguém lá dentro. Sim, caros amigos retroaventureiros, a maldita porta estava trancada pelo lado de dentro sem ninguém lá dentro, uma das coisas que ele já havia dito que acontecia ali.
Foi básico: corremos para a rua, e eu só não estava amedrontado por que estava de dia! Fomos para casa de outro amigo nosso que morava quase em frente e passamos o resto da tarde lá jogando Salamander. Mas ponderamos que neste caso poderia ter havido alguma zica na fechadura que teria trancado sozinha ao se bater a porta… Bem, eu acho é que nós estávamos é com uma baita vontade de continuar jogando o bendito game, e no dia seguinte após a aula, lá estávamos nós de novo. Mas dessa vez, nem chegamos a montar as cadeiras de praia ou pegar a coca cola na geladeira, pois assim que ligamos a TV, ela estava em um canal que deveria estar passando algo mas não estava, e em meio à chiadeira que vinha da tela não sintonizada, a gente escutava aqueles grunhidos e vozes roucas que nos arrepiaram a espinha inteira… Mas ignoramos o fato, ponderando novamente que aquilo poderia ser um canal mal sintonizado ou algum problema na antena, desligamos a TV e não sei por que diabos o Maciel foi ligar o rádio… Talvez ele quisesse ouvir um belo de um Rock’n Roll para acalmar a tremedeira, mas o que ouvimos foram os mesmos grunhidos e vozes roucas saindo do rádio!
Sem ponderação, eu parei de correr do outro lado da Marginal Tietê.
Obviamente que nunca mais jogamos Super Pitfall, nunca soube onde estava aquela bendita poção mágica medicinal, e só fui entrar novamente na casa do meu amigo depois de adulto, quando já não tinha mais medo de assombração.
O Maciel? Cabra macho, morou lá por muito tempo ainda, e hoje é pai de 2 que já tem a idade que nós tínhamos quando vivemos o inexplicável ao jogar Super Pitfall.
MEDO, quer dizer, Fim.

Fonte: http://www.retroplayers.com.br/2010/lembrancas-gamisticas-do-sabat-super-pitfall-e-a-casa-mal-assombrada/

O segredo das pessoas que nunca ficam doentes

O jornalista e escritor americano Gene Stone teve a oportunidade de pesquisar e escrever sobre inúmeras formas de cultivar a boa saúde. E notou que em algumas populações as pessoas nunca ficavam doentes. Foi atrás dos porquês.
Em suas andanças, percebeu que em cinco regiões os povos eram altamente saudáveis: a Barbagia, na Itália; Okinawa, no Japão; a comunidade dos Adventistas do Sétimo Dia, na Califórnia; a Península de Nicoya, na Costa Rica; e a ilha grega de Ikaria.
Acabou reunindo 25 dessas histórias de indivíduos supersaudáveis no livro "Os Segredos das Pessoas que Nunca Ficam Doentes", recém-lançado pela Editora Lua de Papel. Alho, ioga, banhos frios pela manhã e canja de galinha são alguns dos hábitos adotados por pessoas que nunca ficam doentes.
Confira a seguir 10 dicas de como se manter com disposição, saudável e livre do estresse.
Reduza as calorias de sua alimentação para equilibrar o peso e se manter longe de problemas como obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares. Estudo de Susan Roberts, professora da Escola Friedman de Ciência da Nutrição, da Universidade Tufts, nos EUA, sugere um corte de 25% do total diário de calorias. Ela acredita que isso pode ser feito a qualquer momento, desde que a pessoa se sinta confortável. Vale lembrar que o valor calórico deve ser menor, mas a dieta deve ser rica em nutrientes.
Tome canja de galinha para prevenir resfriados. Alguns pratos, por semana, seria um bom remédio. Prescrita para combater o mal-estar desde o antigo Egito, a canja ganhou até um estudo japonês, publicado no periódico Journal of Agricultural and Food Chemistry. Além de resfriado, a pesquisa apontou que a receita pode combater ainda a pressão arterial elevada.
Tenha amigos para aumentar a imunidade e afastar doenças infecciosas. Pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, de Pittsburgh, demonstraram que pessoas com forte apoio social têm sistemas imunológicos mais robustos e estão menos inclinadas a ter infecções. E um estudo australiano estimou que idosos com largo círculo de amigos estavam 22% menos propensos a morrer, durante o período de análise, do que aqueles com menos amigos.
Consuma alho para combater resfriados, reduzir a pressão, os níveis de triglicérides e de colesterol. A Faculdade de Medicina Tagore, da Índia, realizou um estudo mostrando que pessoas submetidas a testes e que consumiram alho mostravam uma queda na pressão sanguínea em cerca de 10%. Outros estudos mostram que o tempero pode atuar como poderoso antioxidante e antibiótico.
Faça musculação para reduzir o peso e a gordura corporal, além de manter músculos, ossos e articulações saudáveis. Estudos da Universidade do Estado da Geórgia incluem entre os benefícios a redução do risco de morte prematura, de doença cardíaca, de elevação de colesterol, de depressão e diabetes.
Tire uma soneca após o almoço para combater o estresse. Segundo relatório da Universidade de Chicago, o sono protege ainda de resfriado a acúmulo de cálcio nas artéria dos coração,o  que poderia resultar em ataque cardíaco ou AVC.

Encare banhos frios para reforçar a imunidade, aumentar a circulação sanguínea, fortalecer a pele e revigorar o corpo. Em um estudo realizado em Praga, na República Tcheca, pesquisadores submeteram homens em boa forma física a mergulhos em água fria para observar a resposta imunológica deles. Com isso, os cientistas perceberam que houve aumento da contagem de células brancas, as responsáveis pelas defesas do organismo.
Tenha pensamentos positivos para manter a boa saúde. A crença na conexão mente-corpo é tão antiga quanto a própria medicina ocidental. Já dizia Hipócrates: “A força natural de cura dentro de cada um de nós é a maior para que se consiga estar bem”.

Corra para combater males cardíacos, diabetes, câncer
. No segundo século d.C., o médico grego Galeno já dizia: “o corpo precisa de movimento – e não apenas aqueles típicos de uma rotina diária”.
Os Centros de Controle de Doenças americanos recomendam que um adulto deve ter 75 minutos de vigorosa atividade aeróbica (como correr) por semana. Se quiser realizar essa tarefa em dois, três, quatro ou sete duas, isso é com você.
Pratique ioga para reforçar o sistema imunológico e aliviar o estresse. O Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos considera a ioga uma forma de “medicina complementar e alternativa” e os médicos às vezes a recomendam como um agregado ao tratamento convencional para uma série de problemas crônicos, incluindo asma, dores nas costas e artrite.

Fonte: http://saude.ig.com.br/minhasaude/os-segredos-das-pessoas-que-nunca-ficam-doentes/n1597353873163.html

Favoritos de 2011 - De cara lavada

Esse ano, o IG publicou duas reportagens sobre celebridades femininas que foram fotografadas sem maquiagem. No total, foram mostradas 41 fotos.
Continuando os posts sobre meus favoritos de 2011 em qualquer área, segmento, ou sei-lá-o-que, agora é a vez das celebridades femininas que ficaram bem (em alguns casos, ótimas) também sem maquiagem. Anne Hathaway, Charlize Theron até já apareceram anteriormente por aqui. Das quarenta e uma fotos publicadas, apenas essas aí continuam bonitas também como mulheres comuns.

Adriana Lima
Alessandra Ambrosio
Ana Hickmann
Anne Hathaway
Charlize Theron
Cindy Crawford
Claudia Leitte
Deborah Secco
Gisele Bundchen
Heidi Klum
Hilary Duff
Laetitia Casta
Mila Kunis
Para quem quiser ver as reportagens originais com todas as 41 fotos, acesse os links:


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Giselle

E eis que há muitos meses eu comecei o curso de Artes Cênicas na Uniban com mais de um mês de atraso. E eis que eu sempre fui um sujeito com sérias dificuldades de adaptação, sobretudo em ambientes desconhecidos.

E eis que em um dos meus primeiros dias de aula, assim que chegou a hora de ir embora, fui logo me adiantando pra ser o primeiro a sair da sala e havia uma garota perto da porta. Ao me ver, fez uma expressão típica de "quem é esse cara?" e percebi que ficou me observando enquanto eu me afastava.

E eis que, pouco tempo depois, a tal garota se aproximou puxando assunto, sendo simpática, perguntando sobre mim, meu trabalho, minha vida, minha rotina. E eu perguntando da dela, dos filhos, das origens, da família.

Giselle era espevitada. Espoleta mesmo. Enquanto o professor explicava a matéria, ela não parava de conversar com os amigos do fundo, não parava quieta. Serrava o refri dos colegas, depois oferecia o mesmo refri para outros.

Ela, que sacrificou a convivência com o filho em nome da felicidade dele, que não se adaptou à vida urbana. Ela, que sempre que podia ia visitar a família no interior.

Ela, que certa vez disse "Meu, se eu perder a minha avó eu tô fudida!", depois que a avó sofreu um acidente.

Todos eram amigos de Giselle. Ela entrava em qualquer panelinha que estivesse formada, se inteirando do assunto. Aquele tipo de pessoa que é impossível não gostar.

Certa vez, quando disse a ela que estava preocupado com meus estágios, Giselle me deu um Guia da Folha, para que eu tivesse alguma base sobre o que fazer.

Depois que parei o curso, fiquei meses sem vê-la.

E eis que hoje, enquanto estava usando a internet no celular no metrô enquanto voltava para casa, me deparo com a notícia de que sua vida foi roubada. De uma maneira que não era a Giselle. Nunca seria.

A maior lembrança que terei dela será a de uma das últimas vezes que a vi. Eu estava chegando na faculdade, ali pela entrada da Rua do Bosque. Ela estava parada na porta e me viu enquanto eu atravessava a rua. Antes de me aproximar dela, Giselle abriu os braços e sorriu para mim.

Me abraçou bem forte.

Essa era a Giselle.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Williams

Me lembrei dele quando, estranhamente, pensei em fazer um post sobre os dois primeiros "Superman" estrelados por Christopher Reeve. O post sobre os filmes do Homem de Aço ainda está em stand by (o que significa que, se tratando de mim, talvez nunca venha a ser feito), mas seguindo a linha das minhas postagens sobre Ennio Morricone e Danny Elfman, era apenas questão de tempo até John Williams aparecer por aqui.
Provavelmente não é um erro afirmar que Williams - que completa oitenta anos em fevereiro de 2012 - é um dos grandes compositores de trilhas sonoras hollywoodyanas mais conhecidos. Parceiro de longa data do diretor Steven Spielberg, Williams ganhou cinco (!!!) Oscar de um total de 45 indicações (!!!!!!!). Ele é o responsável pela maioria daquelas canções que, ao ouvirmos, associamos imediatamente o filme de qual elas fazem parte ou são temas principais. Há aqueles casos também em que escutamos algumas composições de sua autoria e nos lembramos dos personagens antes dos filmes em si.
Entre os trabalhos mais conhecidos de Williams no cinema estão O Destino do Poseidon (1972), os seis filmes da saga Guerra nas Estrelas, Louca Escapada (1974), Terremoto (aquele mesmo que o Seu Madruga queria dar uns amassos na Glória), Inferno na Torre (1974), Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977), a quadrilogia do Indiana Jones, E.T., As Bruxas de Eastwick (1987), Império do Sol (1987), Nascido em 04 de Julho (1989), Além da Eternidade (1989), Hook - A Volta do Capitão Gancho (1991), A Lista de Schindler (1994) e O resgate do Soldado Ryan (1998). Mais recentemente, Williams compôs a trilha dos primeiros filmes da franquia de Harry Potter.

Bom, Não há muito mais a ser falado de John Williams que não possa ser ouvido. Nos clipes abaixo estão alguns dos seus trabalhos mais emblemáticos. Ah, para o tema de Superman, escolhi um clipe com as imagens dos últimos episódios de Smallville (2001-2011), afinal, se Christopher Reeve foi quem melhor personificou o Homem de Aço, a gracinha da Erica Durance foi a melhor Lois Lane... o que me fez lembrar de Allison Mack, que já apareceu por aqui.


John Williams - Tubarão (Jaws, 1975)
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John Williams - Guerra nas Estrelas (Star Wars, 1977)
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John Williams - Superman - O Filme (Superman, 1978)
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John Williams - Os Caçadores das Arca Perdida (Raiders of The Lost Ark, 1981)
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John Williams - Esqueceram de Mim (Home Alone, 1990)
(sequer é um dos trabalhos mais famosos dele, mas quis incluir aqui por ter sido esse o primeiro filme que vi no cinema)
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John Williams - Jurassic Park (1993)
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