Sou um bruto. Um cavalo.
Qualquer romantismo que eu já tenha tido na vida já escorreu pelo bueiro. Também não tenho sensibilidade artística nenhuma - o que é irônico, considerando que faço artes cênicas.
Segundo:
Não vi muita coisa com a Meryl Streep, mas vi o suficiente para saber que ela está muitos degraus acima do que qualquer atriz viva. Ou morta. Se, no que diz respeito a atores eu adoro Al Pacino e Robert De Niro, quando falo de atrizes a única que me vem à mente é Streep. Foi indicada dezessete vezes ao Oscar e, com o prêmio de ontem, venceu três. É a recordista absoluta do prêmio da Academia, o que faz dela o "Michael Schumacher" do Oscar.
O que liga o primeiro tópico ao segundo é o fato de eu ser um ogro e, consequentemente não me emocionar muito com filmes românticos, exceto As Pontes de Madison. Não chorei, é claro - não que eu me lembre - mas tudo nesse filme é fantástico. A atuação de Meryl, a química dela com Clint Eastwood, a fotografia magnífica. Fora que é um filme que faz refletir sobre muitas coisas. O valor da (verdadeira) moral, honra, sacrifícios. A questão do casamento. Talvez um dia eu faça um post mais detalhado sobre As Pontes de Madison mas, por ora, posto apenas uma das últimas cenas, para dar um aperitivo da genialidade da moça.
Meryl Streep - Cena de As Pontes de Madison

2 comentários:
Essa parte é muito triste... mas muito significativa. Ela fez a coisa certa e nessa hora fica claro isso.
Sem dúvida. Os filmes do Eastwood são recheados dessas pequenas lições implícitas.
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